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	<title>Desenvolvimento Pessoal &#8211; Meditando.pt</title>
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		<title>A escada do desejo e do medo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[meditando]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 Mar 2020 11:53:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Desenvolvimento Pessoal]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A escada do desejo e do medo É bom lembrar que o homem evolui através do desejo e do medo. Não há medo sem um desejo<span class="excerpt-hellip"> […]</span></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h4>A escada do desejo e do medo</h4>
<p>É bom lembrar que o homem evolui através do desejo e do medo. Não há medo sem um desejo escondido e não há desejo que não traga consigo um medo. O desejo e o medo estão ligados. Temos medo do que desejamos e desejamos o que nos faz medo.</p>
<p>Na evolução de um ser humano, o medo não superado, o desejo bloqueado, vão gerar patologias. O medo superado, o desejo não bloqueado vão permitir a evolução. É o que Freud chama o jogo de Eros e Tanatos, do amor e da morte, o impulso de vida e o impulso de morte. Poderíamos dizer, em outra linguagem, que há em nós um desejo de plenitude, de Pleroma e o medo da destruição. E nossa vida evolui assim, através do nosso desejo de plenitude e o nosso medo de destruição.</p>
<p>Proponho a vocês uma escala, uma representação, uma imagem, e nós vamos tentar identificar as diferentes etapas do nosso medo e do nosso desejo, a fim de situar o medo de Jonas e situar o que na psicologia humanista chamamos o Complexo de Jonas.</p>
<p>Na primeira etapa, a partir do momento em que nascemos, temos um impulso de vida, o desejo de viver, e ao mesmo tempo em que há o medo de morrer. O desejo e o medo nascem juntos e, desde que o homem nasce, ele é bastante velho para morrer. Portanto a vida e a morte estão juntas.</p>
<p>Se este medo de morrer é superado, a criança vai procurar um lugar de identificação, um lugar de plenitude. E vem o desejo da mãe. De se fazer uno com a mãe. A mãe é o seu mundo, é o seu corpo. Ao mesmo tempo em que nasce o desejo de unidade com a mãe, este desejo de plenitude, nasce o medo da separação da mãe.</p>
<p>Mas para crescer, a criança deve se separar de sua mãe. Se ela não se separar de sua mãe, ficará sempre uma criança, não se diferenciará. E todo o papel de uma boa mãe é não apenas fazer sair a criança de seu ventre, mas fazê-la ir além de seu desejo. Fazê-la sair deste mundo que lhe é próprio, a fim de que ela possa atingir um outro mundo, particular a ela.</p>
<p>Ocorre então o medo da separação. E este medo da separação se somatiza no adulto, algumas vezes por regressões, através do álcool e da droga. Como uma maneira de se dissolver, uma maneira de reabsorver a dualidade através da bebida e da droga. É uma regressão. Veremos que é preciso superar a dualidade, mas a superação desta dualidade não é a sua dissolução, é a sua integração, uma passagem para ir mais longe.</p>
<p>Certas vezes, alguns dentre nós têm medo de evoluir, têm medo da solidão, têm medo da separação da mãe e do seu meio. Utilizam produtos ou técnicas para regredirem à mãe e não irem mais longe.</p>
<p>A criança, que supera o medo da separação de sua mãe, vai procurar um novo lugar de identificação. Ela vai descobrir o seu próprio corpo como sendo diferente do corpo de sua mãe. É uma etapa importante. Mas ao mesmo tempo em que descobre seu corpo com prazer, ao mesmo tempo em que brinca com todos os seus membros, em que sente o desejo do corpo, a criança sente medo da decomposição. Este medo situa-se na fase anal. No momento em que, através do seu cocô, a criança tem a impressão de que seu corpo se decompõe. Nessa fase, toda a educação é fazê-la ter consciência de que ela é seu corpo, mas não é somente este corpo. É freqüente a observação de crianças que gritam à noite, quando fazem cocô, necessitando serem tranqüilizadas. Se a criança superar este medo da decomposição, ela vai descobrir que é maior que seu próprio corpo.</p>
<p>Na idade adulta podem persistir um certo número de fixações. Da mesma forma em que no estágio precedente a criança buscava a unidade através da fase oral, nesta fase ela vai buscara a unidade através da posse, do poder. Possuir a matéria. A palavra “possedere”, em latim, quer dizer “sentar- se em cima”, possuir. Corresponde, em Freud, ao estágio sádico-anal, um modo de tratar o outro como uma coisa, como uma matéria. Nessas pessoas que buscam, freqüentemente, a posse e o poder, esconde-se um grande medo da decomposição, um dedo da doença, um medo de tudo o que desfigure o corpo.</p>
<p>Se a criança é capaz de assumir este medo e de ultrapassá-lo, ela vai procurar um outro lugar de identificação. Ela vai entrar no desejo de unidade com outro sexo. É a fase edipiana. O homem e a mulher descobrem suas diferenças sexuais e, ao mesmo tempo em que há esta busca de unidade através da sexualidade, vem o medo da castração. O medo de perder este poder, dentro de uma relação com um outro que é diferente dele.</p>
<p>E alguns podem ficar fixados nesta etapa de evolução. Aqueles que buscam, por exemplo, a unidade, a felicidade, unicamente através de sua genitália. Ou ainda, aqueles que têm medo de viver esta relação, o que pode levar às situações de impotência e frigidez.</p>
<p>Se o homem e a mulher se descobrem sexuados, mas não sendo apenas isso, de novo vão poder crescer. Ocorrerá o desejo de corresponderem à imagem que seus pais têm deles. Na psicologia freudiana, este desejo é chamado Imago parental ou Persona. E, ao mesmo tempo em que aparece o desejo de corresponder a esta imagem, surge o medo de não corresponder a ela.</p>
<p>Existem adultos que vivem ainda com este medo de não corresponder à imagem que seus pais tiveram delas. Eles não vivem seus próprios desejos, mas o desejo de suas mães ou o desejo de seus pais. Aí entra o trabalho da análise – descobrir qual é o meu próprio desejo e diferenciá-lo daquele do meu pai ou da minha mãe. Isto não quer dizer rejeitá-los, mesmo que dê margem a alguns conflitos. É por esta razão que o conflito entre adolescentes e seus pais é tão importante. É o momento em que o filho adolescente experimenta diferenciar o seu desejo do desejo de seus pais. Quando ele procura descobrir sua própria palavra, diferente da palavra de seus pais. E se ele é capaz de superar este medo, o medo de não agradar a seus pais, o medo de ser rejeitado ou julgado por eles, ele então vai crescer no sentido de sua autonomia.</p>
<p>Surge o despertar para um novo desejo de unidade, o da identidade dele mesmo. É nesta fase que aparece o desejo de corresponder à imagem do “homem de bem” e da “mulher de bem”, tal como considerado em nossa sociedade. Não é mais somente a Imago parental, mas sim a Imago social. Ao mesmo tempo em que ele tem o desejo de corresponder a esta imagem social, nasce o medo de ser rejeitado pela sociedade. O medo de não ser como os outros, o medo de não parecer conforme o que é considerado “bem” dentro dos padrões sociais esperados.</p>
<p>O medo de não parecer semelhante é um medo muito profundo, que nós vamos ver com mais detalhes em Jonas. O medo do ostracismo, o medo de ser rejeitado pelo seu grupo, o medo de ser rejeitado pela sociedade. Aí o homem se encontra num conflito interior difícil, porque o seu desejo interior impele-o à ação, a dizer palavras que são às vezes consideradas como loucas pela sociedade. Ele tem medo de estar louco. Ele tem medo de ser anormal. Mas se ele é capaz de superar este medo, se é capaz de aceitar que os outros não o compreendam, se é capaz de assumir a rejeição do seu meio, ele vai crescer no sentido da sua autonomia. O que motiva a sua ação não é o que pensam os seus pais, não são os seus impulsos anais ou genitais, não são as suas imagens sociais, mas é sua própria voz interior.</p>
<p>E ele chega a um nível de evolução bem elevado, que é uma liberdade em relação ao mundo do Id (na tipologia freudiana do termo) e livre, mas também, em relação ao mundo do Superego. Livre das expectativas geradas pelos pais, no que concerne à sua vontade, seus desejos, suas palavras.</p>
<p>Mas ao mesmo tempo que nasce este desejo de autonomia, esta experiência de liberdade, há também o medo de perder esta autonomia, de perder o Ego, o Eu que está em sua pele, o Eu bem diferenciado do seu meio, dos seus pais e de seus impulsos. É o momento em que o Eu se sente ameaçado pelo Self. É preciso um grande trabalho para atingirmos o Eu autônomo, para se diferenciar da mãe, da sociedade, do meio.</p>
<p>Neste momento, uma voz interior recoloca tudo isto em questão. Entra- se no desejo do Self e do medo de perder o Ego. O Ego ou eu é uma abertura do ser humano a toda a sua potencialidade e o Self é esta realidade transcendental, que relativiza a beleza desta autonomia e que nos revela que há um Eu maior que o eu, que há um Eu mais inteligente que o eu, que há um Eu mais amoroso que o eu.</p>
<p>Mas para ter acesso a este Eu mais elevado deve-se soltar as rédeas deste Eu. E passamos a uma etapa superior, que é a de entrarmos no desejo de nos fazermos um, com aquele que chamamos Deus. Esta imagem de um Deus bom, de um Deus justo, que é a projeção, no Absoluto, das mais elevadas qualidades humanas. Diante de determinadas situações, Deus não se mostra justo como a idéia que nós temos da justiça. Ele não se mostra bom como a idéia que temos da bondade. Ele não é amor como a idéia que temos do amor. Ele não é luz como a idéia que temos da luz.</p>
<p>Surge, então, um medo que os místicos conhecem bem, o medo de perder Deus. Sua imagem de Absoluto, sua representação de Absoluto. Passa- se pela experiência do vazio e esta experiência do vazio é a condição para ir a este país onde não há desejo nem medo. Não é o desejo de alguma coisa em particular nem o medo de alguma coisa em particular.</p>
<p>Nossa vida passa sobre esta escada. Não paramos de subir e descer. Seria interessante verificar quais são as fixações, quais são os nós, porque o terapeuta, na escuta daquele a quem acompanha, deverá voltar ao ponto onde houve um bloqueio. E, para reconhecer o ponto onde houve esta parada, este bloqueio, é suficiente interrogar onde está o medo.</p>
<p>Será o nosso medo, simplesmente, o medo de viver, o medo de existir? Quando nos sentimos demais na existência? Então podemos encontrar em nós mesmo o não-desejo de nossos pais. Descobrimos que não fomos queridos na nossa existência. É preciso passar pela aceitação deste não-desejo para descobrir, além do não-desejo de nossos pais, o desejo da vida que, em certos momentos, nos fez existir.</p>
<p>Nosso medo poderá ser o medo da separação. É interessante observar o modo como as pessoas morrem. O medo da morte é diferente para cada um. Para alguns é realmente o medo da decomposição, do sofrimento, da doença. Para outros é o medo da separação, de serem cortados daqueles que lhes são mais caros.</p>
<p>Assim nosso medo se enraíza em momentos muito particulares das nossa existência, e escutar o nosso medo nos permite entrar em contato com esse momento. O terapeuta está ali para nos ensinar a não termos medo do medo, mas a fazer dele um instrumento para nossa evolução, descobrindo o desejo de viver que se esconde atrás deste medo, e que vai nos permitir ir mais longe.</p>
<p>Nosso medo pode estar, também, ao nível da sexualidade. O medo do outro sexo. Este medo foi bem estudado por Freud. Não é suficiente superarmos o medo a este nível para atingirmos o nível seguinte. Ter uma sexualidade normal, estar bem adaptado à sociedade, o que é, na maioria das vezes, um critério de saúde, em outra antropologia não é, obrigatoriamente, um critério de saúde. Estar bem adaptado a uma sociedade doente não é, necessariamente, um sinal de saúde. É isto que eu chamo de “normose”, ao lado da neurose e da psicose.</p>
<p>É neste ponto que nos reunimos a Jonas. Jonas é alguém que sente nele asas para voar, um desejo de espaço, um desejo de infinito, mas não tem coragem. Ele apara suas asas, para continuar adaptado à sociedade na qual ele se encontra e que o proíbe de ir ao outro, de ir ao inimigo, de ir ao diferente.</p>
<p>Aqui começa o Complexo de Jonas. Este desejo de irmos além da imagem que nossos pais têm de nós. Este desejo de irmos além das imagens que a sociedade nos propõe, do que é o “homem de bem” ou uma “mulher de bem”. Este desejo de irmos além do Eu, além do que o Ego considera como sendo o bem. E irmos também além da imagem que temos de Deus.</p>
<p><em>Jean-Yves Leloup</em></p>
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		<title>Uma Lenda Chinesa</title>
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		<pubDate>Mon, 30 Mar 2020 12:00:25 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<h4>Uma Lenda Chinesa</h4>
<p>Era uma vez uma jovem chamada Lin, que se casou e foi viver com o marido na casa da sogra. Depois de algum tempo, começou a ver que não se adaptava à sogra. Os temperamentos eram muito diferentes e Lin irritava-se com os hábitos e costumes da sogra, que criticava cada vez mais com insistência. Com o passar dos meses, as coisas foram piorando, a ponto de a vida se tornar insuportável. No entanto, segundo as tradições antigas da China, a nora tem que estar sempre ao serviço da sogra e obedecer-lhe em tudo. Mas Lin, não suportando por mais tempo a idéia de viver com a sogra, tomou a decisão de ir consultar um mestre, velho amigo do seu pai.</p>
<p>Depois de ouvir a jovem, o Mestre Huang pegou num ramalhete de ervas medicinais e disse-lhe:<br />
“Para te livrares da tua sogra, não as deves usar de uma só vez, pois isso poderia causar suspeitas. Vais misturá-las com a comida, pouco a pouco, dia após dia, e assim ela vai-se envenenando lentamente. Mas, para teres a certeza de que, quando ela morrer, ninguém suspeitará de ti, deverás ter muito cuidado em tratá-la sempre com muita amizade. Não discutas e ajuda-a a resolver os seus problemas.” Lin respondeu: “Obrigado, Mestre Huang, farei tudo o que me recomenda”. Lin ficou muito contente e voltou entusiasmada com o projecto de assassinar a sogra.</p>
<p>Durante várias semanas Lin serviu, dia sim, dia não, uma refeição preparada especialmente para a sogra. E tinha sempre presente a recomendação de Mestre Huang para evitar suspeitas: controlava o temperamento, obedecia à sogra em tudo e tratava-a como se fosse a sua própria mãe.<br />
Passados seis meses, toda a família estava mudada. Lin controlava bem o seu temperamento e quase nunca se aborrecia. Durante estes meses, não teve uma única discussão com a sogra, que também se mostrava muito mais amável e de mais fácil trato.<br />
As atitudes da sogra também mudaram e ambas passaram a tratar-se como mãe e filha. Certo dia, Lin foi procurar o Mestre Huang, para lhe pedir ajuda:<br />
“Mestre, por favor, ajude-me a evitar que o veneno venha a matar a minha sogra. É que ela transformou-se numa mulher agradável e gosto dela como se fosse a minha mãe. Não quero que ela morra por causa do veneno que lhe dou”.</p>
<p>Mestre Huang sorriu e abanou a cabeça: “Lin, não te preocupes. A tua sogra não mudou. Quem mudou foste tu. As ervas que te dei são vitaminas para melhorar a saúde. O veneno estava nas tuas atitudes, mas foi sendo substituído pelo amor e carinho que lhe começaste a dedicar”.</p>
<p>Na China, há um provérbio que diz “A pessoa que ama os outros também será amada”, e os árabes têm outro provérbio “O nosso inimigo não é aquele que nos odeia, mas aquele que nós odiamos”. Serve esta lenda para percebermos que na vida todo o conflito resulta sempre da interacção entre dois pólos. Se um dos pólos mudar a atitude, mudará o dinamismo relacional. Se, pelo contrário, os dois pólos insistirem teimosamente cada um na sua posição, o conflito agravar-se-á, por vezes de forma irreversível, criando um fosso intransponível. Por isso, quando se encontrar numa situação de tensão ou de conflito, experimente e atreva-se a ser o primeiro a mudar de atitude e talvez se surpreenda com os resultados!</p>
<p><em>Paula Soveral</em></p>
<p>&#8211; See more at: https://web.archive.org/web/20160323043049/http://meditando.pt/uma-lenda-chinesa/#sthash.bvpEMzu3.dpuf</p>
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		<title>Uma Boa-noite Especial</title>
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		<pubDate>Mon, 30 Mar 2020 12:09:44 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Uma Boa-noite Especial Criando um Ritual Nocturno Tal como passamos do Verão ao Outono, no fim do dia, à medida que a doce e escura noite<span class="excerpt-hellip"> […]</span></p>
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<h4>Uma Boa-noite Especial</h4>
<h5>Criando um Ritual Nocturno</h5>
<p>Tal como passamos do Verão ao Outono, no fim do dia, à medida que a doce e escura noite cai sobre nós e nos convida a descansar corpo e alma, damos connosco num ponto de transição: para trás de nós fica o dia que passou e tudo o que fomos no passado; à nossa frente, estende-se aquilo que ainda está para vir. Da mesma forma que muitos de nós têm rituais matinais que nos conectam com o nosso centro e nos ajudam a definir intenções e criar energia para o dia que começa, talvez também quiséssemos explorar a magia e o poder de um ritual nocturno. Isso seria uma excelente oportunidade para nos apreciarmos e abençoarmos. Antes de nos deitarmos, à noite, podemos sentar-nos tranquilamente durante alguns minutos, acalmar a respiração observando-a apenas, e “enviar” gratidão, compaixão e energia de cura para o ser que fomos até esse preciso momento. E “enviar” Luz e Amor para o futuro para o ser em que nos vamos tornando.</p>
<p>Esta simples acção honra o caminho que fomos percorrendo, enquanto abre maravilhosas oportunidades futuras.</p>
<p>Quando nos comprometemos seriamente com a nossa evolução desta maneira, acabamos por beneficiar de várias formas: descobrimos que o nosso sono se torna mais doce e tranquilo e adormecemos com o profundo sentimento de confiança e relaxamento… Enquanto descansamos, podemos entregar-nos a estas horas pacificadoras, sabendo que a estrada atrás de nós foi observada com respeito e gentileza e que o caminho para a frente está impregnado da nossa benevolência e melhores desejos amorosos.</p>
<p>Este ritual nocturno confere-nos o poder de sermos os únicos a determinar o significado do nosso próprio passado e da esperança no nosso futuro. Apenas por criarmos este pequeno espaço especial em cada noite, podemos orientar melhor a nossa senda evolutiva. Porque isto nos permite deixar o passado aonde ele pertence, confiar no futuro que foi cuidado e simplesmente descansarmos na Graça do momento Presente.</p>
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		<title>Aceitando a Felicidade</title>
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		<pubDate>Tue, 31 Mar 2020 09:37:01 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<h4>Aceitando a Felicidade</h4>
<p>A maior parte de nós, devido a uma (des)cultura e (des)educação que se instalou lenta e progressivamente ao longo das últimas décadas (ou mais, talvez), tem grande dificuldade em aceitar a Felicidade. Da mesma forma, dificuldade em aceitar elogios, ou outra demonstração qualquer que implique amor, simpatia, generosidade.</p>
<p>Todos ambicionamos a ela, Felicidade, esse estado de bem-aventurança que nos faz sentir leves e mais perto da essência do Ser.</p>
<p>Mas, <em>quelque part</em>, instalou-se no nosso subconsciente um medo ou vergonha ou, pior ainda, sentimento de culpa em sermos felizes, em nos atrevermos a correr o risco de ser felizes. A juntar a isso, vem, frequentemente, a vergonha de exteriorizar os nossos sentimentos, sobretudo se forem positivos e saudáveis. Às vezes, parece que ninguém tem vergonha de mostrar as misérias, as desgraças e há pessoas mesmo que são peritas nas “choraminguices” e outras que se deleitam com a desgraça alheia; para provar tal, basta ver quantas pessoas se juntam, de imediato, ao redor de um acidente, mesmo que o espectáculo seja horrendo, ou como as pessoas adoram comentar as fragilidades dos outros: “coitado, está tão aflito, precisa tanto disto ou daquilo”, etc…, e passam palavra, aumentam as histórias, alimentando-se dessa energia sofredora, como que para “lamberem as suas próprias feridas à custa das feridas dos outros”… usamos e abusamos da palavra “coitado” e alimentamo-nos do “sangue” da tragédia, da negatividade que nos rodeia. Basta ver o índice de audiência dos noticiários que, em mais de 90%, só divulgam desgraças e horrores….</p>
<p>Pelo contrário, se uma pessoa andar alegre e bem disposta, der um grito de felicidade, ou gritar aos quatro ventos “estou feliz!”, provavelmente a maioria julgará de imediato “parece maluco”…., “ah! é um extrovertido exagerado!”, ou ainda “que horror, mostrar aos outros o que se passa na sua vida privada”, ou ainda (o que é quase hilariante!) “é um convencido, quem é que ele julga que é para estar assim quando andamos todos mal???” ….!!!! Enfim, julgar é aquilo que nós mais gostamos de fazer…. esquecendo-nos sempre que, cada vez que apontamos um dedo para fora, temos quatro dedos apontados para nós próprios.</p>
<p>Ao longo da vida, todos nós estamos sujeitos a problemas, desgraças, imprevistos, perdas, contratempos, desgostos. O sofrimento é inerente à condição de estar vivo, encarnado nesta existência. Por vezes chego a pensar que o “inferno” é aqui e não “lá”! Todas essas fases da vida devem ser vivenciadas para que a dor, aceitada, possa ser transformada em apaziguamento, antes de mais, e posteriormente em alegria. Alegria de estar vivo, aconteça o que acontecer. O que se passa é que, na incapacidade de gerir os nossos próprios sentimentos, não sabendo transformar a negatividade em positividade, temos uma dificuldade enorme em aceitar que os outros estejam bem, saudáveis e felizes.</p>
<p>Lembro-me, desde miúda, de ouvir o meu pai dizer-me constantemente “não tenhas medo de dizer o que pensas, mostra o que sentes, não te importes nunca com o que os outros poderão pensar; ninguém pode controlar o que os outros pensam, mas tu podes e deves exteriorizar tudo aquilo que sentes, nunca tenhas vergonha da Verdade e de seres como és”. Em adolescente, arquivei em mim uma frase atribuída a Anatole France (nascido a 16 de Abril de 1805) e que nunca mais esqueci: “Se exagerássemos as nossas razões de felicidade como exageramos os nossos cuidados, estes deixariam de ter qualquer importância”.</p>
<p>Por isso, aceitar elogios, prendas, sorrisos e os momentos de felicidade com que a vida nos vai brindando de tempos a tempos, é saber aproveitar cada momento da existência tal como ela se nos apresenta (*). E ao sermos capazes de fazer isso, seremos automaticamente capazes de nos regozijar com a felicidade alheia. E ao regozijarmo-nos com a felicidade alheia, autêntica e singelamente de coração inteiro, estaremos a abrir caminho para que a Vida nos brinde com mais alegria e bem-aventurança.</p>
<p>Insistir, ficar preso na negatividade, invejarmos o que de bom acontece aos outros, é obstruir o processo criativo e o fluxo vital que pode transformar a nossa existência. Depende apenas de nós que a nossa vida seja “um muro de lamentações” ou um quadro vivo em que todas as estações do ano se vão desenrolando sucessivamente e enriquecendo as nossas almas. Para além disso, a minha alegria será a alegria do mundo e vice-versa, tudo está interligado e a influência de um átomo faz-se sentir em todos os outros.</p>
<p>Portanto, faça um favor a si próprio: seja feliz, por si e pelos outros, e seja sempre grato por tudo isso!<br />
Que bom que era se o mundo todo amasse, sorrisse e cantasse! A guerra acabaria, com certeza…. tal era a energia que se implantava sobre o planeta!</p>
<p>(*) a propósito disto, aproveite para ver o último filme do Woody Allen, em exibição, “Whatever works” (“Tudo Pode Dar Certo”), genial e hilariante!</p>
<p><em>Paula Soveral</em><br />
<em>Lisboa, 25/2/2010</em></p>
<p>&#8211; See more at: https://web.archive.org/web/20170202164642/http://meditando.pt/aceitando-a-felicidade/#sthash.cWgZ6lii.dpuf</p>
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		<title>A crise, a Presença e a Graça</title>
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		<dc:creator><![CDATA[meditando]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 31 Mar 2020 09:39:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Desenvolvimento Pessoal]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A crise, a Presença e a Graça Quando a Personalidade é uma Personalidade Integrada existe sintonia entre todos os corpos: físico, emocional, mental e espiritual. A<span class="excerpt-hellip"> […]</span></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h4>A crise, a Presença e a Graça</h4>
<p>Quando a Personalidade é uma Personalidade Integrada existe sintonia entre todos os corpos: físico, emocional, mental e espiritual. A Personalidade sente então em si todo o Universo e tudo faz sentido. Não há crises. Não há separatividade. As coisas não são más nem boas, são apenas aquilo que são. Há apenas Vida. Tudo é a Vida a acontecer… sou o Sol e o micróbio, sou o cão e a pulga….<br />
A Vida não pode ser representada por uma linha recta, e muito menos por uma linha recta permanentemente ascendente. Se pudéssemos representar a Vida numa linha, ela teria que ser ondulada.<br />
A Personalidade Integrada, que transcende a dualidade, vive na eterna e constante Presença: desde o acordar e levantar uma pestana, ao espreguiçar-se, lavar-se, vestir-se, comer, andar, ler, ouvir música, cozinhar, relacionar-se com o mundo e com os outros, tudo passa pelo brilho da Presença permanente. O Ser é aquilo que É em cada instante em que existe. Vê a vida por um olhar global e abrangente, sem divisões e percebe o que está por detrás da dinâmica de cada acção; não julga, entende e compreende. Mesmo que não aceite, compreende e não se apega. Ninguém se pode apegar àquilo que apenas é. É a nossa condição dualista que nos faz ver o mundo como “bom” ou “mau”, a Personalidade Integrada sabe que as coisas são apenas o que são… nem boas, nem más.<br />
Estar e Ser totalmente Presente é estar-se permeável e receptivo à Graça, essa Benção Divina que nos passa despercebida a maior parte do tempo, porque alienados. Viver nesse estado abençoado é o fruto da prática meditativa que nos ensina a ser Presença em cada momento da nossa existência. Isso é Meditação. Toda a nossa vida passa a ser Meditação: começamos por ser observadores de nós próprios e gradualmente a dualidade que caracteriza a nossa existência vai-se transformando na unidade integrada e consciente do observador (nós) e do objecto observado (nós).<br />
Esse é o estado abençoado a que qualquer ser humano consciente pode ambicionar.<br />
Cessam então as “crises”… e, sobretudo, o medo da crise não tem alguma razão de ser.<br />
O medo, tal como todos os sentimentos negativos, são “entidades” criadas pela nossa mente dual e que servem apenas para aumentar “a energia de uma crise imaginada pela nossa mente indisciplinada”. Todos os “demónios” são tão reais como todas as espécies de pássaros e flores; apenas num plano diferente de existência de um universo relativo.<br />
Disciplinar a mente é criar condições para ultrapassar essa relatividade e estar aberto e permeável a essa energia abençoada da Graça, a qual só pode ser sentida num Coração integrado e repleto de Gratidão.<br />
Gratidão por tudo quanto existe.</p>
<p><em>Paula Soveral, Lisboa, outubro de 2008</em></p>
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		<title>A Declaração de Veneza</title>
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		<dc:creator><![CDATA[meditando]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 31 Mar 2020 09:41:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Desenvolvimento Pessoal]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Declaração de Veneza I FORUM DA UNESCO SOBRE CIÊNCIA E CULTURA Ciência e as Fronteiras do Conhecimento: Prólogo do Nosso Passado Cultural Veneza, Itália, 3<span class="excerpt-hellip"> […]</span></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h4>A Declaração de Veneza</h4>
<p><strong>I FORUM DA UNESCO SOBRE CIÊNCIA E CULTURA</strong><br />
Ciência e as Fronteiras do Conhecimento: Prólogo do Nosso Passado Cultural</p>
<p>Veneza, Itália, 3 a 7 de Março de 1986</p>
<p>Em cooperação com a Fondazione Giorgi Cini, a UNESCO promoveu em Veneza, Itália, de 3 a 7 de Março de 1986, um simpósio sobre ‘Ciência e as fronteiras do conhecimento: prólogo do nosso passado cultural’. O Simpósio, que reuniu 19 participantes de todas as partes do mundo e de distintas especialidades, culminou com um documento que sintetiza as discussões havidas e que passou a ser conhecido como a</p>
<p><strong>DECLARAÇÃO DE VENEZA</strong></p>
<p>1. Estamos testemunhando uma importante evolução no campo das ciências, resultante das reflexões sobre ciência básica (em particular pelos desenvolvimentos recentes em física e em biologia), pelas mudanças rápidas que elas ocasionaram na lógica, na epistemologia e na vida diária, mediante suas aplicações tecnológicas. Contudo, notamos ao mesmo tempo um grande abismo entre uma nova visão do mundo que emerge do estudo de sistemas naturais e os valores que continuam a prevalecer em filosofia, nas ciências sociais e humanas e na vida da sociedade moderna, valores amplamente baseados num determinismo mecanicista, positivismo ou niilismo. Acreditamos que essa discrepância é danosa e, na verdade, perigosa para a sobrevivência da nossa espécie.</p>
<p>2. O conhecimento científico, no seu próprio ímpeto, atingiu o ponto em que ele pode começar um diálogo com outras formas de conhecimento. Nesse sentido, e mesmo admitindo as diferenças fundamentais entre Ciência e Tradição, reconhecemos ambas em complementaridade, e não em contradição. Esse novo e enriquecedor intercâmbio entre ciência e as diferentes tradições do mundo abre as portas para uma nova visão da humanidade, e até para um novo racionalismo, o que poderia induzir a uma nova perspectiva metafísica.</p>
<p>3. Mesmo não desejando tentar um enfoque global, nem estabelecer um sistema fechado de pensamento, nem inventar uma nova utopia, reconhecemos a necessidade premente de pesquisa autenticamente transdisciplinar mediante uma dinâmica de intercâmbio entre as ciências naturais, sociais, arte e tradição. Poderia ser dito que esse modo transdisciplinar é inerente ao nosso cérebro pela dinâmica de interacção entre os seus dois hemisférios. Pesquisas conjuntas da natureza e da imaginação, do universo e do homem, poderiam conduzir-nos mais próximos à realidade e permitir-nos um melhor enfrentamento dos desafios do nosso tempo.</p>
<p>4. A maneira convencional de ensinar ciência, mediante uma apresentação linear do conhecimento, não permite que se aperceba o divórcio entre a ciência moderna e visões do mundo que são hoje superadas. Enfatizamos a necessidade de novos métodos educacionais que tomem em consideração o progresso científico actual, que agora entra em harmonia com as grandes tradições culturais, cuja preservação e estudo profundo são essenciais. A UNESCO deve ser a organização apropriada para procurar essas ideias.</p>
<p>5. Os desafios de nosso tempo (o risco de destruição de nossa espécie, o impacto do processamento de dados, as implicações da genética, etc.) jogam uma nova luz nas responsabilidades sociais da comunidade científica, tanto na iniciação quanto na aplicação de pesquisa. Embora os cientistas possam não ter controle sobre as aplicações das suas próprias descobertas, eles não poderão permanecer passivos quando confrontados com os usos impensados daquilo que eles descobriram. É nosso ponto de vista que a magnitude dos desafios de hoje exige, por um lado, um fluxo de informações para o público que seja confiável e contínuo, e, por outro lado, o estabelecimento de mecanismos multi e transdisciplinares para conduzirem e mesmo executarem os processos decisórios.</p>
<p>6. Esperamos que a UNESCO considere este encontro como um ponto de partida e encoraje mais reflexões do género num clima de transdisciplinaridade e universidade.</p>
<p>Signatórios: A.D. Akeampong (Ghana; físico-matemático); Ubiratan D’Ambrósio (Brasil; educador-matemático); René Berger (Suiça, crítico de arte); Nicoló Dallaporta (Itália; físico); Jean Dausset (França; Prémio Nobel de Medicina); Maitraye Devi (Índia; Poetisa); Gilbert Durand (França; Filósofo); Santiago Genovês (México; Antropólogo); Akshai Margalit (Israel; Filósofo); Yujiro Nakamura (Japão; Filósofo); David Ottoson (Suécia; Presidente do Comité Nobel de Filosofia); Abdus Salam (Paquistão; Prémio Nobel de Física); L.K. Shayo (Nigéria; Matemático); Ruppert Sheldrake (Inglaterra; Bioquímica); Henry Stapp (U.S.A.; Físico) David Susuki (Canadá; Geneticista); Susantha Goonatilake (Sri Lanka; Antropologia Cultural); Besarab Nicolescu (França; Físico); Michel Random (França; Escritor); Jacques Richardson (U.S.A.; Escritor); Eiji Hattori (UNESCO; Chefe do Sector de Informações); V.T. Zharov (UNESCO; Director da Divisão de Ciências).</p>
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		<title>Sobre a Caridade</title>
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		<dc:creator><![CDATA[meditando]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 31 Mar 2020 10:11:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Alimentação e Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Desenvolvimento Pessoal]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Sobre a Caridade A caridade é paciente, A caridade é benigna, Não é invejosa; A caridade não se ufana, não se ensoberbece, Não é inconveniente, Não<span class="excerpt-hellip"> […]</span></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h4>Sobre a Caridade</h4>
<p>A caridade é paciente,<br />
A caridade é benigna,<br />
Não é invejosa;<br />
A caridade não se ufana, não se ensoberbece,<br />
Não é inconveniente,<br />
Não procura o seu interesse,<br />
<strong>Não se irrita</strong>,<br />
Não suspeita mal…<br />
mas rejubila com a verdade.</p>
<p><strong>Tudo desculpa, tudo crê,</strong><br />
<strong>Tudo espera, tudo suporta.</strong></p>
<p><em>(1ª carta de S. Paulo aos Coríntios 13, 4-7)</em></p>
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		<title>Sintomas de Paz interior</title>
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		<dc:creator><![CDATA[meditando]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 31 Mar 2020 10:18:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Desenvolvimento Pessoal]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Sintomas de Paz interior Tendência a pensar e agir espontaneamente em vez de o fazer com base no medo e nas experiências do passado; Uma habilidade<span class="excerpt-hellip"> […]</span></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h4>Sintomas de Paz interior</h4>
<ul>
<li>Tendência a pensar e agir espontaneamente em vez de o fazer com base no medo e nas experiências do passado;</li>
<li>Uma habilidade imensa de valorizar e aproveitar cada momento;</li>
<li>Perda pelo interresse de julgar pessoas;</li>
<li>Perda pelo interesse de interpretar a acção alheia;</li>
<li>Perda pelo interesse de participar em conflitos;</li>
<li>Perda da habilidade de se pré-ocupar;</li>
<li>Frequentemente dominado por episódios de imensa apreciação;</li>
<li>Sentimentos de satisfação pela conexão com os outros e com a natureza;</li>
<li>Frequentes ataques de sorrisos;</li>
<li>Uma incrível tendência a deixar as coisas acontecerem ao invés de as forçar a acontecer;</li>
<li>Uma incrível susceptibilidade ao amor recebido de outros, tanto quanto à incontrolável necessidade de estendê-lo a esses outros.</li>
</ul>
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