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		<title>AYURVEDA, a Antiga Medicina Indiana IV – A Massagem Abhyanga</title>
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		<dc:creator><![CDATA[meditando]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 31 Mar 2020 12:01:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Alimentação e Saúde]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<h4>AYURVEDA, a Antiga Medicina Indiana<br />
IV – A Massagem Abhyanga</h4>
<p>Conforme prometido num boletim anterior, aqui vai uma explicação mais detalhada daquela que é a “mãe” de todas as massagens, inclusivé, da tradicional massagem chinesa<em>Tui Na</em>. Trata-se da massagem <strong>Abhyanga</strong> que, recentemente no Ocidente, se tornou muito conhecida como “<em>Massagem Ayurvédica</em>“… Ora, ayurvédicas são todas as massagens, bem como todas as terapias utilizadas nesta antiga medicina natural (a mais antiga de todas), desde que cumpridos determinados requisitos que, na práctica actual corrente, infelizmente, nem sempre o são. <strong>Entende-se por “ayurvédico” toda a prática, comportamento, terapia, alimento, pensamento, sentimento, etc. que ajude o indivíduo a (re)encontrar o seu equilíbrio, de forma absolutamente natural.</strong></p>
<p>Relembrando… existem cinco tipos de massagens terapêuticas Ayurvédicas:</p>
<ul>
<li><strong>Abhyanga</strong> (aplicação de óleo aquecido pelo corpo e tonificar a pele);</li>
<li><strong>Sanvahana</strong> (deslizar sobre os canais de energia e sobre as cadeias musculares);</li>
<li><strong>Mardana</strong> (pressão sobre os pontos de energia);</li>
<li><strong>Garshana</strong> (drenagem e esfoliação com ervas em pó);</li>
<li><strong>Udwartana</strong> (drenagem com óleo, sal e cânfora aplicado com luva de seda).</li>
</ul>
<p>A massagem, seja ela qual for, é portanto apenas uma, entre muitas, das várias terapias naturais que esta medicina milenar utiliza. Apesar das respectivas particularidades, existem, em todas, cinco tipos de toque: deslizar, friccionar, comprimir, amassar e percussão. E para ser, de facto, <strong>verdadeiramente ayurvédica</strong>, é necessário que, a seguir à massagem, a pessoa faça uma sauna ou fique totalmente envolta em cobertores de modo a fazer bastante calor durante cerca de trinta minutos, pelo menos! Se assim não acontecer, não se fez uma massagem (terapia) ayurvédica!!!!</p>
<p>É precisamente esse calor que vai, por assim dizer, “acabar” o trabalho começado na massagem: abrir os poros para a total libertação de toxinas. Ainda, e cerca de uma a duas horas depois de ter recebido a massagem, a pessoa deve tomar um banho bem quente, sem sabão, para que essa limpeza seja mais eficaz, purificando e desintoxicando o organismo.</p>
<p>Também é comum ouvir chamar-se “massagem ayurvédica” a uma massagem que tem por base a técnica da Abhyanga e a que, recentemente tanto no Oriente como no Ocidente, alguns professores de Yoga resolveram juntar estiramentos e manipulações do Yoga. Essa é uma massagem interessante, normalmente feita no chão (o que dá um aspecto mais exótico), mas não é a massagem ayurvédica antiga e genuína, que é a Abhyanga. Esta, sim, é a primeira e mais antiga, como já referi, e desde sempre, há mais de 2.000 anos, é praticada nos hospitais ayurvédicos em marquesas e seguida sempre da sauna (de calor) para que a terapia seja, de facto, eficaz.</p>
<p>No caso específico da <strong>Abhyanga</strong> obtém-se relaxamento, drenagem linfática, tonificação muscular, nutrição dos tecidos, estimulação dos sistemas circulatório e linfático; equilibra os centros energéticos, reactivando a correcta circulação da energia, desbloqueando tensões, e finalmente, eliminando toxinas através do suor, urina e mucos. Consequentemente, a sua acção é rejuvenescedora, especialmente se for feita regularmente (pelo menos uma vez por semana).</p>
<p>Na Índia, é uma tradição massajar diariamente o corpo desde o primeiro dia do nascimento; as crianças são massajadas até aos três anos de idade. Após os três anos de idade a rotina muda e a massagem é feita, pelo menos, uma ou duas vezes por semana, até cerca dos 6 anos. A partir dos sete anos de idade, a criança é ensinada a massajar outras pessoas, recebendo massagem igualmente em troca. A massagem semanal é uma cena familiar e quotidiana.</p>
<p>Existem também massagens cerimoniais, feitas com óleos terapêuticos, ervas e outras substâncias, como a massagem antes do casamento, que fornece o brilho e a beleza ao jovem casal, a massagem à mulher depois do parto, feita diariamente durante, no mínimo, quarenta dias.</p>
<p>Antigamente, a vida era simples e mais próxima da Natureza. A época actual é de ganância e competição. A vida tornou-se árdua e árida. A velocidade vertiginosa que a vida actual atingiu é de tal forma <em>anti-natura</em> que causa um impacto desordenado no nosso sistema nervoso através de choques artificiais com que o mesmo é “bombardeado” constantemente: excesso de ruído, excesso de velocidade, excesso de correria, excesso de falta de repouso, excesso de alimentação deficiente, excesso de informação, enfim… excesso de…tudo!<br />
Existe <em>stress</em> no sistema nervoso quase que em permanência. Para aliviar este <em>stress</em> e tensão, a massagem é essencial não só como um método natural para relaxar e revitalizar o organismo humano, como essencialmente uma forma de encontro consigo próprio (meditar é isso mesmo). A massagem, quando bem feita, no encontro sentido entre quem massaja e quem é massajado, é uma verdadeira Meditação.</p>
<p>“<em>A massagem é, simultaneamente, o mais natural e poderoso método de relaxamento e rejuvenescimento do corpo</em>“.</p>
<p>No próximo boletim Vida Sã daremos continuidade a este artigo, expondo os “Benefícios e Precauções da Massagem”.</p>
<p><em>Paula Soveral</em><br />
<em>In Boletim Vida Sã, Dez. 2007</em></p>
<p>&#8211; See more at: https://web.archive.org/web/20160811195250/http://meditando.pt/ayurveda-a-antiga-medicina-indiana-iv-a-massagem-abhyanga/#sthash.JaAqIwd4.dpuf</p>
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		<title>AYURVEDA, a Antiga Medicina Indiana V – Benefícios e Precauções da Massagem Abhyanga</title>
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		<dc:creator><![CDATA[meditando]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 31 Mar 2020 11:53:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Alimentação e Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>AYURVEDA, a Antiga Medicina Indiana V – Benefícios e Precauções da Massagem Abhyanga Quando se pensa em massagem, pensa-se em prazer e bem estar. Quem gosta<span class="excerpt-hellip"> […]</span></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h4>AYURVEDA, a Antiga Medicina Indiana<br />
V – Benefícios e Precauções da Massagem Abhyanga</h4>
<p>Quando se pensa em massagem, pensa-se em prazer e bem estar. Quem gosta de receber massagem, se pudesse, fazia-a todos os dias. No entanto, e apesar da massagem ser uma prática diária de manutenção de saúde, é preciso estar consciente não só das inúmeras vantagens desta terapia, como também de algumas<strong>precauções</strong> indispensáveis em situações específicas. O Ayurveda acredita que dores e males são causados pela obstrução do fluxo de <em>vayu</em> (vento), através dos vasos condutores de <em>vayu</em> ou <em>Siras</em>. O calor gerado pela fricção, faz o ar do corpo expandir-se e mover-se; a circulação do<em>vayu</em> nos <em>Siras</em> alivia a tensão e reduz a dor. A massagem também promove um padrão respiratório mais profundo e natural. Feita com regularidade relaxa e tonifica os <em>Dhatus</em>(Tecidos). Auxilia o sistema digestivo, mantendo o equilíbrio e a circulação correcta dos gases do corpo; induz ao sono profundo, equilibra o apetite, torna a vida mais alegre e saudável.</p>
<p>A massagem terapêutica administrada com óleo e ervas medicinais, depende das condições da pessoa. De acordo com o <em>Sushruta Samhita</em>, a massagem deve ser feita com óleos ou ghee <strong>de acordo com o tipo de corpo, clima e estação do ano.</strong></p>
<p><strong>Benefícios da Massagem Abhyanga:</strong></p>
<ul>
<li>Retarda o envelhecimento e aumenta a longevidade;</li>
<li>Liberta o cansaço causado por tensão física, mental e/ou acúmulo de toxinas;</li>
<li>Ajuda nos problemas do sistema nervoso;</li>
<li>Ajuda nos problemas de ossos;</li>
<li>Melhora a visão;</li>
<li>Promove a nutrição dos tecidos;</li>
<li>Melhora o sono, sobretudo quando a massagem faz parte da rotina diária;</li>
<li>Fortalece a pele;</li>
<li>Fortalece o sistema imunitário;</li>
<li>Suaviza os males causados pelo vento e o muco;</li>
<li>Melhora a coloração e a textura da pele.</li>
</ul>
<p><strong>PRECAUÇÕES:</strong><br />
<strong>A massagem não deve ser aplicada em pacientes nestas condições, excepto em casos muito especiais e sempre sob orientação médica:</strong></p>
<ul>
<li>Pacientes em uso de quimioterapia e radioterapia;</li>
<li>Cancro ou qualquer doença em estado terminal;</li>
<li>sarcoma Koposi;</li>
<li>Pacientes com S.I.D.A.;</li>
<li>Problemas de pele, erupções cutâneas, psoríase em actividade;</li>
<li>Grávidas;</li>
<li>Trombose venosa profunda;</li>
<li>Infecções, dores associadas e febre;</li>
<li>Erisipela;</li>
<li>Fractura até que esteja consolidada;</li>
<li>Hemorragias, ou qualquer sangramento cujo fluxo possa ser aumentado pela massagem;</li>
<li>Náuseas, vômitos e diarréia;</li>
<li>Veias varicosas proeminentes;</li>
<li>Artrite séptica;</li>
<li>Distensão abdominal, inchaço do fígado e do baço;</li>
<li>Quando a pessoa acabou de fazer uma refeição completa;</li>
<li>Quando uma pessoa acabou de ter uma relação sexual.</li>
</ul>
<p>&#8211; See more at: https://web.archive.org/web/20160811191413/http://meditando.pt/ayurveda-a-antiga-medicina-indiana-v-beneficios-e-precaucoes-da-massagem-abhyanga/#sthash.NVb3hlAb.dpuf</p>
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		<title>Alimentação Natural</title>
		<link>https://meditando.pt/alimentacao-natural/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[meditando]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 31 Mar 2020 11:13:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Alimentação e Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Alimentação Natural A alimentação natural é a alimentação que está de acordo com a natureza do ser humano. É de salientar que o estudo da comparação da anatomia e<span class="excerpt-hellip"> […]</span></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h4>Alimentação Natural</h4>
<p>A alimentação <strong>natural</strong> é a alimentação que está de acordo com a <strong>natureza do ser humano</strong>.<br />
É de salientar que o estudo da comparação da anatomia e fisiologia entre carnívoros, herbívoros e seres humanos nos mostra, por exemplo, que: os animais carnívoros e mesmo os omnívoros têm garras e o ser humano não; ao contrário do ser humano e dos herbívoros, os carnívoros não têm poros cutâneos; os carnívoros possuem dentes caninos frontais pontiagudos e o ser humano não; os carnívoros não têm molares nem produzem ptialina, a enzima necessária à pré-digestão dos cereais, ao contrário do ser humano que deles necessita para mastigar e digerir os cereais e outros alimentos.<br />
Uma alimentação natural baseia-se estritamente na ingestão de produtos de origem vegetal (cereais, feijões, legumes, frutos e sementes).<br />
O principal objectivo de uma alimentação natural é manter-nos em equilíbrio saudável e em sintonia com toda a Natureza, da qual somos parte integrante. Ao longo dos séculos, e sobretudo após a Revolução Industrial, o homem foi-se distanciando dos alimentos naturais e sazonais, começando a consumir cada vez mais alimentos processados, congelados e de todas as partes do mundo. O natural é consumir aquilo que é de cada época e que existe num raio de 50 km do local onde vivemos.</p>
<p><strong>Somos aquilo que comemos</strong>: Os alimentos que ingerimos, após digeridos no intestino, passam para o sangue que irriga todos os órgãos do nosso corpo, incluindo o cérebro. A qualidade do sangue determina a boa ou má condição de saúde de todos os nossos órgãos vitais e igualmente a qualidade dos nossos pensamentos e emoções. Há, por assim dizer, uma simbiose total e perfeita que nos permite afirmar que o “acto de comer é o acto mais íntimo da nossa vida”: o alimento transforma-se em nós e nós no alimento.</p>
<p><strong>Benefícios</strong>: A alimentação natural só nos traz benefícios, sendo o principal contribuir para uma condição de saúde mais equilibrada; ao eliminarmos da nossa alimentação produtos demasiado processados e gorduras saturadas (carnes, lacticínios, fritos), bem como o álcool, tabaco, café, chocolate <span class="style2">(*)</span> e açúcar, estamos a contribuir para uma condição sanguínea menos ácida e, portanto, mais benéfica a todo o nosso organismo.</p>
<p><strong>Uma refeição equilibrada</strong>: para uma pessoa saudável, uma refeição equilibrada deve ser composta de 30% de cereal integral, 30% de vegetais ligeiramente cozinhados, 20% de alimento proteíco e cerca de 10% de vegetais crus (incluindo os germinados). É de salientar que nunca se devem misturar proteínas! Assim, se numa refeição já se encontra presente uma leguminosa (feijão, ou lentilhas, ou grão, etc) não é aconselhável misturar tofu, tempeh ou outros alimentos proteícos.<br />
O tão famoso “<em>cliché</em>“, mas não menos verdadeiro de que “cada caso é um caso”, indica-nos que aquilo que é bom para uns pode não ser para outros; aquilo que é bom e saudável comer numa época do ano, não o é noutra (por exemplo, não se devem comer castanhas em Agosto, nem morangos em Dezembro!). Sendo assim, e dependendo da condição de cada pessoa em diferentes momentos, é aconselhável consultar um técnico com formação e experiência em alimentação natural (Naturopatia, Nutrição Ayurvédica, Medicina Tradicional Chinesa, Macrobiótica) no caso de haver dúvidas em relação ao que é mais certo para cada condição e, sobretudo, no caso de alguma patologia aguda ou crónica.</p>
<p><strong>A evitar</strong>: Alimentos de origem animal, sobretudo todo o tipo de carnes e lacticínios. Estes alimentos são excessivamente gordos e deixam no organismo um tipo de gordura muito difícil de eliminar, causando posteriormente problemas graves de saúde. Por exemplo, a mistura da gordura de lacticínios com açúcar, mesmo que seja de fruta, cria um tipo de gordura interna muito difícil de eliminar. Obviamente, todas as substâncias tóxicas, tais como: álcool, tabaco, açúcar, café, chocolate <span class="style2">(*)</span>, alimentos fritos (à excepção da <em>Tempura</em> <span class="style2">(**)</span>, mas que deve ser consumida raramente), produtos enlatados e/ou congelados e produtos retardados (os alimentos devem ser consumidos logo a seguir a serem confeccionados, não devem ser reaquecidos e muito menos congelados).</p>
<p><strong>Como adoptar uma alimentação natural</strong>: Tal como acima referimos, cada caso é um caso e por isso, cada pessoa deve, antes de mais, seguir a sua intuição, fazer as suas próprias experiências, descobrir qual é a melhor fórmula para si, e obviamente aconselhar-se sempre com um técnico devidamente credenciado que o possa orientar nessas escolhas, de acordo com a sua Constituição e Condição do momento. O que é certo para um, pode não ser para outro. Por isso, há que ter sempre muito bom senso.<br />
No geral, e como primeiro passo, qualquer pessoa<strong>saudável</strong> que queira mudar a sua alimentação deve deixar de comer carne e produtos lácteos e depois, progressivamente, ir fazendo pequenos ajustes. E é preciso salientar que não é necessário substituir estes produtos (carne e lacticínios) por outros. É preciso é deixar de consumi-los e aumentar as quantidades de alimentos de origem vegetal (cereais integrais, legumes, leguminosas, sementes, frutos).<br />
Hoje em dia, há um exagerado consumo de soja, por exemplo, que não é nada saudável. Basta ver que no Oriente ninguém consome soja como a maioria das pessoas aqui no Ocidente. No Oriente consome-se a soja na forma de derivados/fermentados (shoyou, tofu, tempeh, miso), mas mesmo estes com muita parcimónia.</p>
<p>Se as pessoas deixarem de consumir carne e lacticínios já é mesmo um grande passo! Não só beneficiam a saúde, como beneficiam o Ambiente. E a alimentação fica muito mais económica!</p>
<p><strong>Flexibilidade e Gratidão</strong>: Para finalizar, gostaria de salientar que seja qual for o regime alimentar escolhido por uma pessoa, ele nunca será perfeito, exactamente pelas razões apontadas; somos seres complexos, a nossa alimentação deve adaptar-se constantemente à nossa Condição, respeitando sempre a Constituição e, importantíssimo, de acordo com o clima em que nos encontramos!<br />
Muitas pessoas, seja qual for o regime alimentar praticado, adoptam atitudes dogmáticas e inflexíveis, <strong>enformadas </strong>num padrão que pode ser bom e desejável mas que infalivelmente não poderá preencher todas as necessidades de todos os momentos. Para além disso, a perfeição, tal como a pureza, são coisas que não existem na Natureza; são apenas conceitos elaborados pela nossa mente dualista que, enquanto separada de tudo quanto existe, anseia por se unificar ao Todo fixando-se apenas num aspecto escolhido pela nossa personalidade (seja ele um ideal alimentar, religioso, político ou outro…). Todas as escolhas radicais e inflexíveis são sinónimo de doença, porquanto a Vida (Natureza) é diversificada, mutável, dinâmica, incontrolável e muito mais sábia do que as nossas limitadas escolhas! Por isso, para além de (boas ou não) escolhas e (bons ou não) conselhos que um técnico nos possa dar, é importante ouvir e sentir aquilo que o corpo nos transmite. Porque isso sim, é natural, é a linguagem da nossa própria natureza a falar connosco. E mais do que regras, tabelas e conceitos, mais forte que tudo isso é o Amor e a Alegria que devemos colocar em cada acto da nossa vida, sobretudo na confecção dos alimentos que vamos ingerir! Cozinhar com Amor, ao som de música, cantar e rir, isso dá mais saúde que o seguimento cego e obtuso de uma forma fechada, rígida e ansiosa de um conceito, seja ele qual for! E, de preferência, não coma em frente à televisão! Desligue-a! E seja grato por tudo aquilo que tem para comer em cada dia da sua vida! Falaremos disto num artigo seguinte.</p>
<p><span class="style2">(*) </span>De acordo com os ensinamentos tradicionais da Antiga Medicina Indiana e da MTC, o chocolate é considerado um alimento perigoso e tóxico a não ser que seja ingerido em <strong>pequenas quantidades num clima excessivamente frio</strong>! À parte isso, o seu consumo regular e exagerado é prejudicial ao trato intestinal e energéticamente desequilibrante.<br />
<span class="style2">(**)</span> <em>Tempura</em> é um tipo de fritura muito rápida e ligeira feita com óleo de boa qualidade e novo: envolvem-se legumes cortados em fatias num polme muito leve feito com farinha integral e água, colocam-se no óleo quente e retiram-se de imediato; os legumes ficam praticamente crus e estaladiços!</p>
<p>Paula Soveral<br />
Vice-presidente do Conselho Técnico da Sociedade Portuguesa de Naturalogia</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Espargos (Asparagus officinalis L.)</title>
		<link>https://meditando.pt/espargos-asparagus-officinalis-l/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[meditando]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 31 Mar 2020 11:09:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Alimentação e Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Espargos (Asparagus officinalis L.) O espargo (Asparagus officinalis L.) é uma planta vivaz rizomatosa, pertencente à família das liliáceas, espontâneo em toda a bacia mediterrânica, conhecido desde<span class="excerpt-hellip"> […]</span></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h4>Espargos (Asparagus officinalis L.)</h4>
<p>O espargo (<em>Asparagus officinalis</em> L.) é uma planta vivaz rizomatosa, pertencente à família das liliáceas, espontâneo em toda a bacia mediterrânica, conhecido desde tempos remotos pelas suas qualidades terapêuticas e diversidade gastronómica. É uma planta dióica, isto é, dá plantas femininas e plantas masculinas separadamente. Só as plantas femininas dão fruto, pequenas bagas avermelhadas. A sua textura é definida pela quantidade de fibras, sendo alguns demasiado fibrosos e, por isso, pouco apreciados na gastronomia. Os seus rebentos, conhecidos como turiões, rebentam directamente do solo (no Inverno). São a parte mais apreciada do espargo porque tenros, carnudos e comestíveis.</p>
<p>Existem vários tipos de espargos: brancos, verdes, violetas e violetas esverdeados.</p>
<p>Altamente terapêuticos, utilizados na prevenção e tratamento de várias doenças porque riquíssimos em sais minerais, aminoácidos e antioxidantes. São ricos em fibra, vitamina C, caroteno (provitamina A), vitaminas B1 e B2, vitamina E, ácido fólico, fósforo, cálcio, magnésio, ferro, zinco e potássio. São ricos em saponinas que actuam sobre as células cancerosas e o ácido fólico favorece a formação de glóbulos vermelhos. Muito pobres em calorias, não têm gordura nem colesterol, são especialmente indicados em dietas de emagrecimento, juntamente com o arroz integral. Têm propriedades rejuvenescedoras, tónicas e diuréticas, favorecendo a boa saúde das artérias, da pele, das unhas, do cabelo e dos ossos, da vista, do estômago, do coração e do sistema nervoso. Fortalecem a líbido e o cérebro.</p>
<p>Podemos encontrar espargos frescos, congelados ou em conserva. Devemos privilegiar o produto fresco e biológico que pode ser consumido cru ou cozinhado. Se cozinhado, deve ser cozido até estar tenro. No entanto, consumidos mal cozidos (apenas escaldados) ajudam a combater edemas, palpitações e, em especial, a diabetes! São essencialmente utilizados como diuréticos (devido à aspargina que contêm) e são também sedativos. O xarope de pontas de espargo é utilizado na hipertrofia do coração. Pode utilizar-se também a raiz do espargo em cozimento ou decocção, normalmente na proporção de 60 gramas para um litro de água (da nascente). Esta decocção é utilizada para activar o funcionamento das vias urinárias, bebendo-se duas chávenas por dia (uma de manhã em jejum e outra ao fim do dia). Alguns fitoterapeutas afirmam que os espargos se devem consumir crus, em saladas ou em sumo, uma vez que o ácido fólico se perde, em grande parte, com a cozedura.</p>
<p>O espargo é um alimento que deve ser evitado em caso de insuficiência renal e litíase úrica. Desaconselhado também em casos de reumatismo agudo e cistite.</p>
<p>Na gastronomia, podem ser utilizados em sumos, saladas, sopas, açordas, estufados e guisados. Duas sugestões culinárias:</p>
<p><strong>Salada cozida</strong>: coza, em partes iguais e cortados em cubos muito pequenos, batata, cenoura, couve-flor e espargos. Tempere com azeite, 1 colher de sopa de mostarda de boa qualidade, 1 colher de chá de curcuma, alho e salsa picados.</p>
<p><strong>Salada crua</strong>: numa salada variada (alface, agrião, cenoura ralada, rabanetes, salsa e coentros) junte as partes tenras dos espargos cortadas em pequenos pedaços. Tempere com azeite ou óleo de cânhamo, um pouco de vinagre de arroz e shoyu.</p>
<p><em>Paula Soveral<br />
Presidente da Direcção Técnica da Sociedade Portuguesa de Naturalogia</em></p>
<p><strong>Bibliografia consultada</strong>:<br />
“<em>Medicina Popular</em>”, João Ribeiro Nunes, Litexa Editora<br />
“<em>Coma e Cure-se</em>”, Dr. Andrei Dracea, ed. Bodywell<br />
artigo “<em>Espargo-Bravo</em>”, Miguel Boieiro</p>
<p><em><strong>NOTA</strong>: este artigo foi escrito para a Revista Vegetariana nº 3 (<a href="https://web.archive.org/web/20160811193653/http://www.centrovegetariano.org/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">www.centrovegetariano.org</a>)</em></p>
<p>&#8211; See more at: https://web.archive.org/web/20160811193653/http://meditando.pt/espargos-asparagus-officinalis-l/#sthash.jGg6QScK.dpuf</p>
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		<title>Devo comer carne?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[meditando]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 31 Mar 2020 11:07:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Alimentação e Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Devo comer carne? Sobre o consumo de carne: A carne é uma das maiores fontes de proteína animal. A proteína tem uma função construtora, no nosso<span class="excerpt-hellip"> […]</span></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h4>Devo comer carne?</h4>
<h5>Sobre o consumo de carne:</h5>
<p>A carne é uma das maiores fontes de proteína animal.<br />
A proteína tem uma função construtora, no nosso organismo. Por isso, durante os primeiros anos de vida, enquanto crescemos, temos necessidade de proteína (o elemento construtor no nosso organismo), seja ela animal ou vegetal.<br />
Exemplos de proteína animal: carne, peixe, ovos<br />
Exemplos de proteína vegetal: Leguminosas (feijões, lentilhas, grão), frutos secos (nozes, amêndoas, caju, pinhão, etc.)<br />
A partir de uma determinada idade (entre os 20 / 25 anos), e sobretudo na idade mais avançada e em que temos menor actividade física, deixamos de ter necessidade de consumir proteína diariamente; o seu consumo deve restringir-se a 2 ou 3 vezes por semana, no máximo, e, de preferência, que seja proteína vegetal.<br />
Sendo um elemento com função construtora, uma vez que a “casa” está construída, não necessitamos mais de “empilhar tijolos”!<br />
O excesso do consumo de proteína, seja animal ou vegetal, dá origem, por exemplo, a: doenças do sistema nervoso central (Parkinson, Alzheimer, etc.).<br />
Por isso, recomendamos o consumo moderado de proteína e, de preferência, que seja proteína de origem vegetal.<br />
Não recomendamos, portanto, o consumo de carne, não só por questões higiénicas e sanitárias (é do conhecimento público que a carne hoje em dia não é um alimento saudável, devido ao excesso de farinhas e antibióticos que os animais ingerem na sua alimentação em vez da alimentação natural, de pasto), mas também por questões éticas.<br />
A maioria dos animais é alimentado de forma não natural, vive e morre sem chegar a ver o sol (o caso dos frangos em aviário), e vivem em condições deploráveis sendo objecto de sofrimentos medonhos e desnecessários… toda essa energia é a energia que chega aos nossos pratos e, tal como dizia um mestre budista, Pema Wangyal Rinpoche, “Uma das causas de tanto sofrimento humano, é que nós já ingerimos sofrimento na nossa alimentação…”<br />
A este propósito, sugerimos a leitura de um excelente artigo divulgado pela LPDA – Liga Portuguesa dos Direitos dos Animais: “Devo Comer Carne?”<br />
E igualmente estes dois artigos que provam que os primeiros homínideos eram vegetarianos e como, quando e porquê os nossos antepassados começaram a comer carne. Afinal o Homem nem sempre foi omnívoro. O consumo de carne teve início somente há cerca de um milhão e meio de anos, o que comparado com uma pessoa de 80 anos, significa que só nos últimos 15 consumiu carne; ou seja, durante 65 anos fomos vegetarianos.<br />
<strong>Desenvolvimento dos primeiros primatas</strong><br />
<a href="https://web.archive.org/web/20160811190257/http://www.centrovegetariano.org/index.php?article_id=375" target="_blank" rel="noopener noreferrer">http://www.centrovegetariano.org/index.php?article_id=375</a><br />
<strong>Quando os nossos antepassados começaram a comer carne?</strong><br />
<a href="https://web.archive.org/web/20160811190257/http://www.centrovegetariano.org/index.php?article_id=376" target="_blank" rel="noopener noreferrer">http://www.centrovegetariano.org/index.php?article_id=376</a></p>
<h5>Devo Comer CARNE?</h5>
<p>Na indústria alimentar os animais são tratados como uma fonte de lucro, como se de máquinas sem sentimentos se tratassem. No entanto, estes animais, tal como os humanos, são possuidores de um sistema nervoso central que lhes dá a capacidade de sentir dor, alegria ou ansiedade assim como de criarem laços afectivos.</p>
<p>O que lhe sugerimos neste panfleto é que reflicta sobre os problemas relacionados com a ingestão de animais e sobre as alternativas ao seu consumo.<br />
Os animais criados para a alimentação são forçados a passar as suas curtas vidas em condições deploráveis, em constante stress sem se conseguirem, muitas vezes, rodarem sobre si próprios. A maioria destes animais não respira ar fresco nem vê a luz do Sol até à altura em que são transportados para o matadouro, sempre sem comida, água ou quaisquer cuidados sanitários, chegando muitas vezes ao destino feridos, doentes ou mortos.<br />
Os animais que conseguem sobreviver à fase de criação e transporte, sejam de criação intensiva ou extensiva, têm de passar pelo matadouro antes de chegarem ao prato. Nos matadouros são mortos a sangue frio, com métodos pouco eficazes, provocando-lhes uma morte lenta e agonizante.<br />
Tanto na criação intensiva como extensiva os animais são vistos como meros objectos e fonte de lucro, nunca como seres dotados de sentimentos, como qualquer ser humano, e com capacidade de não desejar o sofrimento e a morte, ou de serem tratados como meios para atingir um fim. Que diferença existe na capacidade de sofrer entre um cão, um gato, uma vaca ou um porco?<br />
A criação de animais provoca também devastação de áreas naturais para os alimentar, levando à desertificação e perda de diversidade, para além de um aumento da poluição e consumo de água potável.<br />
Comparando com uma alimentação vegetariana, quando se ingere carne de um animal desperdiçam-se, pelo menos, 90% das calorias e nutrientes porque o recurso primário de nutrientes (as plantas) passou antes por um intermediário que o utilizou para a sua manutenção e crescimento. Assim, com os mesmos recursos podem-se alimentar 10 vegetarianos ou apenas uma pessoa que prefira comer carne.<br />
Uma dieta vegetariana, desde que diversificada e equilibrada, consegue ser saudável e tão ou mais saborosa e económica do que uma alimentação baseada no consumo de carne. O vegetarianismo está associado a um reduzido risco de doenças cardiovasculares, obesidade, vários tipos de cancro, diabetes, hipertensão, doenças renais entre muitos outros. Se receia não conseguir uma alimentação vegetariana correcta, consulte um nutricionista e diga-lhe que está a pensar tornar-se vegetariano.<br />
Uma vez que o sistema de produção de animais provoca dor e angústia nos animais criados, aumenta os problemas de saúde em quem os consome e tem consequências graves para o nosso planeta, devemos pôr em causa o seu consumo e começar a conhecer e explorar outro regime alimentar económica e eticamente mais saudável.<br />
Pense antes de comer.</p>
<p><a href="https://web.archive.org/web/20160811190257/http://www.lpda.pt/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">www.lpda.pt</a></p>
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		<title>Feijão Azuki</title>
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		<dc:creator><![CDATA[meditando]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 31 Mar 2020 10:58:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Alimentação e Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feijão Azuki O Azuki é um feijão pequeno e vermelho. Tal como todas as leguminosas (grão de bico, lentilhas, favas, ervilhas e outros feijões: frade, encarnado,<span class="excerpt-hellip"> […]</span></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h4>Feijão Azuki</h4>
<p>O Azuki é um feijão pequeno e vermelho. Tal como todas as leguminosas (grão de bico, lentilhas, favas, ervilhas e outros feijões: frade, encarnado, manteiga, catarino, moong, soja, etc) é rico em proteína, cálcio, ferro, minerais e vitaminas. No entanto, todas as leguminosas são ricas também em purina (metilxantina), existente sobretudo na pele, substância considerada muito tóxica para o nosso organismo. É por esta razão que as leguminosas têm de ser postas de molho e cozinhadas, não devendo ser ingeridas cruas, a não ser na forma de germinados. É também aconselhável que sejam cozinhadas em duas ou três águas, ou seja: sempre que aparecer uma espuma branca na fervura (sinal da acidez da leguminosa), essa água deve ser deitada fora e substituída por outra, até que a espuma desapareça. É essa a causa das leguminosas serem indigestas, “esgotando” (inutilmente) os órgãos digestivos Fígado e Pâncreas, e de acidificarem o intestino, desmineralizando-o.</p>
<p>As leguminosas têm sido utilizadas na alimentação humana desde tempos imemoriais, tal como os cereais integrais. São uma excelente forma de ingerir proteína de boa qualidade. De facto, se comermos leguminosas regularmente teremos a quantidade necessária de proteína no organismo, não necessitando de recorrer à proteína de origem animal saturada em gordura. A proteína vegetal tem um teor de gordura muitíssimo baixo e é, por isso, muito mais saudável. Dado o seu baixo teor de gordura não causam tantos problemas nos intestinos.<br />
De todas as leguminosas, as mais saudáveis para uso regular são o feijão azuki, o grão de bico e as lentilhas. Todas as leguminosas podem ser cozinhadas em</p>
<p>sopas, estufados, acompanhadas de cereais integrais, com vegetais, ou ainda em “pâtés”, etc. É tudo uma questão de imaginação! Tanto o feijão azuki como, por exemplo, o grão de bico, podem ser usados também em doçaria, ficam excelentes e saborosos!<br />
Para evitar a formação de gases e os outros problemas acima indicados, todas as leguminosas devem ser cozinhadas com alga kombu (1 tira de 5 a 10 cm, consoante a quantidade), que as torna mais digestíveis e macias. Para além disso, as algas são ricas em sais minerais.<br />
É bom também saber que não se devem misturar proteínas, por isso, quando cozinhamos uma proteína vegetal não devemos misturá-la com outra, sobretudo se for de origem animal.</p>
<p>De todas as leguminosas, o feijão azuki é o mais terapêutico e é essencialmente indicado para tratar problemas relacionados com a energia dos órgãos Rins e Bexiga. É um feijão sem grandes “contra indicações” e que pode e deve ser usado regularmente para fortalecer estes órgãos, mesmo que não tenhamos nenhum problema aparente. A estação do ano que corresponde aos órgãos Rins e Bexiga é exactamente o Inverno, por isso devemos intensificar o seu consumo nesta época do ano, seja em sopas, estufado sozinho ou com outros vegetais, cozinhado juntamente com arroz integral (em proporções iguais, é altamente terapêutico), ou mesmo em chá. Fica delicioso estufado com abóbora e alga kombu!</p>
<p>Uma bebida excelente para fortalecer os órgãos que lhe correspondem durante a estação invernosa é o “Chá de Feijão Azuki” (para 2 litros de água usa 4 c. de sopa de feijão): lava bem o feijão e põe de molho numa panela com 10 cm de alga kombu durante umas horas; nessa água, leva a ferver até o feijão estar bem cozido (vai juntando água fria aos poucos para que o caldo não desapareça); coa e bebe o líquido quente, de preferência em jejum ou fora das refeições. Podes aproveitar o feijão para uma refeição, acompanhado de um cereal integral e de vegetais salteados!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Paula Soveral (<a href="https://web.archive.org/web/20160812191207/http://www.paulasoveral.net/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">www.paulasoveral.net</a>)</em><br />
Presidente da Direcção Técnica da Sociedade Portuguesa de Naturalogia</p>
<p><em>Bibliografia consultada:<br />
“Compêndio de Ciências do Homem, da Alimentação e Nutrição Humana”, de Dr. Manuel R.C. Melo, N.D., Plátano Editora<br />
“Cadernos Macro: Alimentação Macrobiótica”, de Francisco Varatojo com Pedro Romão, ed. UME</em></p>
<p>&#8211; See more at: https://web.archive.org/web/20160812191207/http://meditando.pt/feijao-azuki/#sthash.XieFWv55.dpuf</p>
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		<title>Benefícios da Água Oxigenada</title>
		<link>https://meditando.pt/beneficios-da-agua-oxigenada/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[meditando]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 31 Mar 2020 10:41:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Alimentação e Saúde]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<h4>Benefícios da Água Oxigenada</h4>
<p>A água oxigenada (AO) foi desenvolvida na década de 1920 por cientistas para evitar problemas de infecções e gangrena nos soldados nas frentes de batalha. A pesquisa buscava um produto barato, fácil de transportar e usar, que pudesse ser conservado de forma fácil e à temperatura ambiente, sem problemas colaterais. Durante a segunda guerra mundial, a redução no número de baixas e amputações foi tremenda, graças ao uso da água oxigenada. Numa solução a 3%, é um dos mais potentes desinfectantes que existem. Isto é pouco divulgado e percebe-se porquê. Um produto barato e de uso simples, concorre com outros desenvolvidos por laboratórios farmacêuticos e indústrias de desinfectantes domésticos e hospitalares. Portanto, não há interesse comercial no seu uso em larga escala.</p>
<p>Algumas aplicações: 1 – Uma colher de sobremesa de AO, usada para bochechos e mantida na boca por alguns minutos, mata todos os germes bucais, branqueando os dentes! Cuspir após o bochecho.</p>
<p>2 – Manter escovas de dentes numa solução de AO conserva as escovas livres de germes que causam gengivite e outros problemas bucais.</p>
<p>3 – Um pouco de AO num pano desinfecta superfícies melhor do que qualquer outro produto. Excelente para usar na cozinha e casa de banho. (poupa-se a água para retirar os detergentes).</p>
<p>4 – Tábuas de cozinha e outros utensílios são totalmente desinfectados após o uso com um pouco de AO: mata qualquer bactéria ou germe, inclusivé salmonela.</p>
<p>5 – Passada nos pés, à noite, evita problemas de frieiras e outros fungos que causam os principais problemas nos pés, inclusivé mau cheiro.</p>
<p>6 – Passada em ferimentos (várias vezes ao dia) evita infecções e ajuda na cicatrização. Até casos de gangrena regrediram com o seu uso.</p>
<p>7 – Numa mistura 50% água oxigenada, 50% água pura, pode ser aplicada em gotas no nariz em resfriados e sinusites. Esperar alguns instantes e assoar o nariz (mata germes e outros microorganismos nocivos).</p>
<p>8 – Um pouco de água oxigenada na água do banho ajuda a manter a pele saudável, podendo ser usada em casos de micoses e fungos.</p>
<p>9 – Roupas que precisem de desinfecção (lençóis, fraldas, etc), ou aquelas em contacto com secreções corporais e sangue, podem ser totalmente desinfectadas se ficarem de molho numa solução contendo AO, antes da lavagem normal.</p>
<p>&#8211; See more at: https://web.archive.org/web/20160812191406/http://meditando.pt/beneficios-da-agua-oxigenada/#sthash.LVpM6AjC.dpuf</p>
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		<title>Leite de vaca</title>
		<link>https://meditando.pt/leite-de-vaca/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[meditando]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 31 Mar 2020 10:32:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Alimentação e Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Leite de vaca O leite de vaca é um fluído insalubre, que contém uma gama ampla de substâncias inconvenientes. O seu consumo prolongado tem um efeito<span class="excerpt-hellip"> […]</span></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="section section-post-header">
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<p>O leite de vaca é um fluído insalubre, que contém uma gama ampla de substâncias inconvenientes. O seu consumo prolongado tem um efeito cumulativo prejudicial.<br />
Com 59 hormonas activas, vários alérgenos, gordura e colesterol, a maior parte produzida mostra ainda quantidades mensuráveis de herbicidas, pesticidas, dioxinas (até 2.200 vezes o nível aceitável), até 52 antibióticos poderosos, sangue, pus, fezes, bactérias e vírus. Pode conter resíduos de tudo o que a vaca come. Inclusive coisas como restos radiativos de testes nucleares.</p>
<h5>Combustível do cancro</h5>
<p>Das 59 hormonas do leite, uma é um poderoso auxiliar do crescimento, de seu nome IGF-1 (Insulin-like Growth Factor One – Factor de Crescimento similar à Insulina). Por uma curiosidade da natureza ele é idêntico<br />
entre vacas e seres humanos. Segundo especialistas em medicina, é concensual que o IGF-1 é um factor-chave na aceleração do crescimento e na proliferação dos cancros da mama, da próstata e do cólon. Provavelmente actua também como catalisador no desenvolvimento de outras formas de cancro.</p>
<p>O IGF-1 é um constituinte de todo o leite de vaca, visto que se é desejável que o recém-nascido cresça com rapidez. Evidentemente que, se entrarmos em linha de conta que uma percentagem significativa da população (50% nos USA) se debate com problemas de obesidade, a presença de IGF-1 no leite pode já não ser vista com tão bons olhos.</p>
<p>Um caso flagrante sobre este assunto é o da indústria química Monsanto, fabricante de produtos como DDT, agente laranja, Roundup e outros. Esta empresa gastou cerca de meio bilião de dólares para inventar uma injeção que fizesse as vacas produzir mais leite.<br />
Infelizmente o produto final (Posilac, rbGH, injectável) revelou cinco erros que levaram à proibição do uso de rbGH no Canadá. Ainda assim, o relatório que os descrevia (Richard, Odaglia &amp; Deslex, 1989) foi oculto pela lei de Segredo Comercial de Clinton. Os canadenses puderam, em bom tempo, ler deste relatório o bastante para proibir o rbGH em seu país. O Posilac da Monsanto leva a um acréscimo de IGF-1 no leite até 80%.</p>
<p>A FDA (Food and Drugs Administration – Departamento de Alimentos e Remédios dos Estados Unidos) insiste que o IGF-1 é destruído no estômago. Por outro lado, estudiosos da questão insistem que nesse caso a amamentação não faria sentido, por não ter qualquer eficácia. A afirmação da FDA é ridícula, porque é o IGF-1 que faz o bezerro crescer a uma taxa tão elevada nas primeiras semanas de vida.</p>
<h5>Aumento do IGF-1</h5>
<p>A fim de se entender melhor o papel deste químico, foi realizado um estudo com dois tipos de consumidores: um bebendo 360g de leite por dia, outro a porção recomendada pela USDA (recomendação nutricional diária dos Estados Unidos) de 720g (três chávenas).<br />
Neste estudo observou-se que os participantes que consumiam 360g de leite pro dia tiveram um aumento de 10% no nível de IGF-1.</p>
<p>Quantidade:<br />
Todos os lacticínios em geral, por derivarem do leite, podem ser fonte do mesmo problema. O queijo, por exemplo, contém os mesmos constituintes do leite numa proporção de 10 para um. São necessários 10 quilos de leite para fazer um quilo de queijo. E quanto à manteiga, conta com cerca de 21 vezes o que estiver contido nas moléculas de gordura da mesma quantidade de leite.</p>
<p>Gordura:<br />
Muita gente suspeita que a manteiga é só gordura, mas não tem idéia de quanta gordura existe no leite e no resto dos laticínios.<br />
Os produtos que usam derivados do leite (caseína, soro, lactose) são provavelmente uma causa importante de problemas de peso e saúde.</p>
<p>Leite integral: 49% das calorias vêm da gordura.<br />
Leite meio-gordo (2%): 35% das calorias vêm da gordura.<br />
Queijo cheddar: 74% das calorias vêm da gordura.<br />
Manteiga: 100% das calorias vêm da gordura.</p>
<p>Cálcio:<br />
Uma pergunta que deve ser feita é: onde é que as vacas arranjam cálcio para terem ossos tão grandes? A resposta é simples: sim, das plantas! E as mesmas plantas fornecem-lhes ainda uma boa quantidade de magnésio, necessário para a absorção e o uso do cálcio.</p>
<p>O cálcio do leite de vaca é basicamente inútil. O leite tem conteúdo insuficiente de magnésio (11% do que seria necessário para a mesma quantidade de cálcio). Igualmente, para a boa absorção de cálcio é importante a presença da vitamina D, que nós, humanos, produzimos pela simples exposição à luz solar. As nações com mais alto nível de consumo de leite e laticínios também têm o maior nível de osteoporose, como atestado por um estudo desenvolvido por 78.000 enfermeiras num período de 12 anos.</p>
<p>Segundo a USDA, 240g (uma xícara) de leite contém:<br />
Cálcio (Ca) – 291,336 mg<br />
Magnésio (Mg) – 32,794 mg</p>
<p>A USDA recomenda 1200 mg de cálcio por dia. As três xícaras de leite diárias recomendadas pela USDA só contêm 900mg de cálcio. Alguns argumentam que só se precisa de 1/3 do magnésio. A mãe natureza parece indicar que a proporção deveria ser 1:1. Se a proporção para a absorção adequada fosse de 1/3 de magnésio para 1 de cálcio, então apenas 300mg daqueles 900mg de cálcio seria utilizável. Se, na verdade, a proporção for de 1:1… só 98,38mg do cálcio é aproveitável.</p>
<p>Proteínas:<br />
O leite pode ser considerado “carne líquida”, pelo seu alto conteúdo de proteína. Na realidade, o excesso de proteínas pode que, em conjunto com outras proteínas, pode provocar a perda de cálcio do corpo. Países que consomem dietas ricas em proteínas (carne, leite e laticínios) têm as taxas mais altas de osteoporose.</p>
<p>80% da proteína do leite é caseína. A caseína é um aglutinante poderoso. Um polímero usado para fazer plásticos e uma cola óptima para mobílias resistentes ou rótulos de cerveja. É usada como aglutinante em milhares de alimentos industrializados, como “caseinato de _qualquer_ coisa_”.</p>
<p>Bactérias:<br />
Permite-se que haja fezes no leite de vaca. Esta é uma grande fonte de bactérias, como não poderia deixar de ser. Normalmente o leite é pasteurizado mais de uma vez antes de chegar à tua mesa – cada vez durante 15 segundos à temperatura de 72°C. Por contraposição, para esterilizar a água exige-se que ela seja fervida (100°C) por vários minutos. Por outro lado, à temperatura ambiente o número de bactérias no leite duplica a cada 20 minutos.</p>
<p>Pus:<br />
Um centímetro cúbico de leite de vaca comercial pode ter até 750.000 células somáticas (mais conhecidas como pus) e 20.000 bactérias vivas, antes de ser retirado do mercado.<br />
Isso chega a espantosos 20 milhões de bactérias bem vivinhas e a 750 milhões de células por litro.</p>
<p>1 chávena = 236,5882 cm3 (centímetros cúbicos) ~ 177.441.150 células de pus e 4.731.600 bactérias<br />
A ingestão diária “recomendada” para um adulto é de três vezes esta quantidade.</p>
<p>A Comunidade Europeia e o Canadá só permitem 400.000.000 (quatrocentos milhões de) células de pus por litro. Em geral esses níveis são mais baixos, mas PODEM chegar a este nível e ainda assim chegar à tua mesa.</p>
<p>Colesterol:<br />
O conteúdo de colesterol de três chávenas de leite é igual ao de 53 fatias de bacon. Não muito dietético, concerteza!</p>
<p>Vitamina D:<br />
A vitamina D (essencial à fixação do cálcio nos ossos) é geralmente derivada de um animal. A reação à luz do sol que converte 7-dehidroicolesterol em vitamina D-3 é uma reação química “pura” que acontece em determinadas células da pele. (Daqui a importância acrescida para os veganos da exposição ao sol).<br />
A vitamina D-3 vem, tipicamente, de quatro fontes diferentes: pele de porco, pele de ovelha, fígado de peixe cru e cérebro de porcos. Na maior parte dos casos a vitamina D-3 é extraída da pele de porcos e vendida a fábricas de laticínios.<br />
Existe também vitamina D-2, produzida em laboratório, que pode ser ou não de origem animal.</p>
<p>Constituição do leite:<br />
água: 87%<br />
gordura: 3,25% (se for leite completo, ou gordo)<br />
caseína: 4%<br />
outras proteínas: 1%<br />
outras substâncias: 4,75%</p>
<p><a href="https://web.archive.org/web/20160812191134/http://www.centrovegetariano.org/Article-10-Leite%2Bde%2Bvaca.html" target="_blank" rel="noopener noreferrer">http://www.centrovegetariano.org/Article-10-Leite%2Bde%2Bvaca.html</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>p.s. – e lembrem-se que tudo o que é feito de leite (queijos, yogurtes, natas, etc) tem as mesmas características do leite!</p>
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<p>&#8211; See more at: https://web.archive.org/web/20160812191134/http://meditando.pt/leite-de-vaca/#sthash.YTeJDF1B.dpuf</p>
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		<title>Como Combater infecções urinárias?</title>
		<link>https://meditando.pt/como-combater-infeccoes-urinarias/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[meditando]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 31 Mar 2020 10:28:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Alimentação e Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Como Combater infecções urinárias? As infecções urinárias são incomodativas e, normalmente, recorrentes quando mal tratadas. É necessário, antes de mais, retirar da alimentação todos os alimentos<span class="excerpt-hellip"> […]</span></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h4>Como Combater infecções urinárias?</h4>
<p>As infecções urinárias são incomodativas e, normalmente, recorrentes quando mal tratadas. É necessário, antes de mais, retirar da alimentação todos os alimentos acidificantes: tomate, beringela, amendoim, espargos, alcachofra, couve-de-Bruxelas, clara de ovo, caldos gordos, produtos de charcutaria, carnes, peixes, açúcar branco/amarelo (use apenas pouco malte de cevada como adoçante), doces, as farinhas de forno (pães, bolachas, pastéis, etc) feitos de farinhas refinadas (brancas), queijos, gorduras no estado sólido e fritos. Enquanto estiver a tratar uma infecção urinária tente fazer uma alimentação simples, baseada em cereais integrais e vegetais variados cozinhados ligeiramente. Beba pequenas quantidades de água quente, várias vezes ao dia. Repouse e elimine o álcool, tabaco, café e chocolate.</p>
<p><strong>Tratamento externo:</strong> lavagens alternadas com água quente e fria (lave-se sem sabão e sempre que for à casa de banho); banhos de assento (numa panela grande colocar 4 a 5 molhos de folhas verdes secas à sombra: malvas, rama de cenoura e de nabo, juntar 4 a 5 litros de água, ferver durante 30 min, até que a água fique castanha, juntar uma mancheia de sal marinho, deixar ferver para se dissolver bem; colocar o líquido sem as folhas numa bacia e juntar água quente necessária para cobrir a cintura enquanto estiver sentada. Manter a água tão quente quanto possível e cobrir o tronco com uma toalha grande. Permanecer durante 15 minutos. O ideal é fazer antes de dormir.)</p>
<p><strong>Tratamento interno: </strong>Chá de gengibre (ferver 1 L de água e juntar 8 a 10 rodelinhas de gengibre, deixar 10 min em infusão e beber em jejum, depois das refeições e quando quiser); chá de pés de cereja (beber 3 x dia); chá de feijão azuki+alga kombu (ferver durante 30 min, coar e beber 2 a 3 x dia); sumo de cenoura+limão; comer 20gr de arandos vermelhos (crandberry) com 1 copo gr. de água  (3 a 4 vezes ao longo do dia); comer vegetais fermentados às refeições.<u></u><u></u></p>
<p><strong>Suplementos:</strong> Vit C (1000 mg ao pequeno almoço + 1000 mg ao almoço) (pode tomar até 4 a 5 gr /dia se necessário); Probióticos (2 comprimidos/dia: 1 em jejum, 1 antes de deitar); Caps. de Arando vermelho (crandberry) (posologia indicada no frasco).</p>
<p><em>Paula Soveral</em></p>
<p>&#8211; See more at: https://web.archive.org/web/20160812190809/http://meditando.pt/como-combater-infeccoes-urinarias/#sthash.yIAXcvs6.dpuf</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Sintomas de Paz interior</title>
		<link>https://meditando.pt/sintomas-de-paz-interior/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[meditando]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 31 Mar 2020 10:18:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Desenvolvimento Pessoal]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Sintomas de Paz interior Tendência a pensar e agir espontaneamente em vez de o fazer com base no medo e nas experiências do passado; Uma habilidade<span class="excerpt-hellip"> […]</span></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h4>Sintomas de Paz interior</h4>
<ul>
<li>Tendência a pensar e agir espontaneamente em vez de o fazer com base no medo e nas experiências do passado;</li>
<li>Uma habilidade imensa de valorizar e aproveitar cada momento;</li>
<li>Perda pelo interresse de julgar pessoas;</li>
<li>Perda pelo interesse de interpretar a acção alheia;</li>
<li>Perda pelo interesse de participar em conflitos;</li>
<li>Perda da habilidade de se pré-ocupar;</li>
<li>Frequentemente dominado por episódios de imensa apreciação;</li>
<li>Sentimentos de satisfação pela conexão com os outros e com a natureza;</li>
<li>Frequentes ataques de sorrisos;</li>
<li>Uma incrível tendência a deixar as coisas acontecerem ao invés de as forçar a acontecer;</li>
<li>Uma incrível susceptibilidade ao amor recebido de outros, tanto quanto à incontrolável necessidade de estendê-lo a esses outros.</li>
</ul>
<p>&#8211; See more at: https://web.archive.org/web/20160812190929/http://meditando.pt/sintomas-de-paz-interior/#sthash.KnkvRumZ.dpuf</p>
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